Jun
25
2007
Não tropeces, que cais
E não mais te levantas
Ninguém te quer
És odiada, prenúncio de destruição
Não!
Se tropeçar, se cair,
Serei capaz de me erguer
(Sem ajuda, porque ela é para os fracos)
De cabeça levantada
Lamentando as feridas sozinha
Nas trevas.
Se ninguém me quiser
Serei feliz na minha solidão
Comigo e por mim
Porque sou só eu,
No meu orgulho egocêntrico,
Que interesso.
Sou prenúncio de destruição.
Julgas que me importo?
Se sou odiada,
Amar-me-ei.
Eu
E não mais te levantas
Ninguém te quer
És odiada, prenúncio de destruição
Não!
Se tropeçar, se cair,
Serei capaz de me erguer
(Sem ajuda, porque ela é para os fracos)
De cabeça levantada
Lamentando as feridas sozinha
Nas trevas.
Se ninguém me quiser
Serei feliz na minha solidão
Comigo e por mim
Porque sou só eu,
No meu orgulho egocêntrico,
Que interesso.
Sou prenúncio de destruição.
Julgas que me importo?
Se sou odiada,
Amar-me-ei.
Eu