Thursday, October 30, 2008

Hm.

Acho que estou arrependida de uma coisa que até me devia arrepender mas que me custa admitir. Hm.
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Monday, October 27, 2008

Perversidade e comboios.

Tendo em conta que ainda pareço estar sob os efeitos da onda de perversidade que me pegaram, até o título me soa mal, meu deus.

25/26 de Outubro de 2008.

Que grande (nada de pervices) fim-de-semana. Foi um escapar a esta rotina apertada (não tenham ideias) e angustiante, um libertar-me (idem) e sentir-me como há muito não me sentia. Livre. Rir genuinamente até faltar o ar, até chegarem as lágrimas - por motivos de contentamento puro. Ser violenta (bom bom) e sentir-me feliz. E se havia um momento ou outro em que podia vacilar na minha alegria, rapidamente o ultrapassava. Rápida e facilmente (vamos lá a ver). O pic-nic. A caminhada. Os risos. O jantar. Os sorrisos. O filme. Pessoas a servir de almofadas. Pokes. Cócegas. O pequeno-almoço. A lista da censura. O sono silencioso. O ponto vulnerável. O gelado com canela. O gelado de sorvete de limão. O pauzinho. A rapidez com que tudo acabou. E a tranquila viagem de regresso, com o embalar do comboio e o chocolate quase a derreter-se.

E, depois, um cair dos sentidos. Regressar à prisão dos dias todos diferentes e todos iguais e cansados e cansativos. E, quem sabe, de quando em quando, assustadores e avassaladores. Já me pesa a falta das gargalhadas, dos amuos, das teimosias e das perversidades. Das palmadinhas e do atirar do dado para onde não se deve. Das implicâncias. De ter dificuldade em comer sem me engasgar. Das canções à beira da estrada, que ficaram agora para trás.

Posted by Catarina. at 16:35:13 | Permalink | Comments (4)

Tuesday, October 21, 2008

Hoje

acordei de mau humor. Que bonito. Se eu já sou difícil de aturar quando pareço uma pitinha, quando pareço uma pitinha resmungona ainda é pior. E depois chateio a cabeça a uns mais azarados. O melhor é eu dedicar-me às fotocópias de cv e aos fólios de hll. Antes que me dê uma coisinha má.
Posted by Catarina. at 10:54:39 | Permalink | No Comments »

Tuesday, October 14, 2008

Stop crying your heart out.

Oasis
Stop Crying Your Heart Out

Hold up
Hold on
Don’t be scared,
You’ll never change what’s been and gone
May your smile, (may your smile)
Shine on, (shine on)
Don’t be scared, (don’t be scared)
Your destiny may keep you warm,

‘Cause all of the stars,
Have faded away
Just try not to worry,
You’ll see them someday,
Take what you need,
And be on your way and
Stop crying your heart out

Get up, (get up)
Come on, (come on)
Why you scared? (I’m not scared)
You’ll never change what’s been and gone

‘Cause all of the stars,
Have faded away
Just try not to worry,
You’ll see them some day,
Take what you need,
And be on your way and
Stop crying your heart out

‘Cause all of the stars,
Have faded away
Just try not to worry,
You’ll see them someday.
Just take what you need,
And be on your way and
Stop crying your heart out

We’re all of the stars,
We’re fading away.
Just try not to worry,
You’ll see us someday.
Just take what you need,
And be on your way and
Stop crying your heart out…

Posted by Catarina. at 20:47:59 | Permalink | No Comments »

Thursday, October 9, 2008

[Ex-]Resolução.

Só porque me pediste, e não me caiam todos (nomeadamente tu) em cima, sff.

Resolvi, muito solenemente, deixar de ser uma chata e de informar algumas pessoas sobre o meu (negativo) estado de espírito. Ou pelo menos tentar ser mais subtil quanto a isso. Decidi que não quero que elas fiquem pior do que estão por eu estar a ser parva, portanto acho que até é uma resolução relativamente boa. 
 
Edit.

Ah, raios partam. Eu disse para não me cairem em cima. Lá se foi a resolução.

Posted by Catarina. at 20:00:34 | Permalink | Comments (2)

Sunday, October 5, 2008

Ah pois é.

A minha avó disse que eu era egoísta e não me preocupo com os outros.

Um pequeno passo para a minha tristeza, um grande passo para o meu egocentrismo.

Posted by Catarina. at 20:34:45 | Permalink | Comments (4)

Friday, October 3, 2008

Interrogações retóricas.

E que sabemos, se não isto que julgamos adivinhar? Que conhecemos, quando nos inquirimos sem chegar a conclusivas respostas e alcançando desesperadamente outras, novas, perguntas? Nada, responderia, se de tal houvesse necessidade. Alheamo-nos na vida de outros, em busca de - quê? Qualquer conforto fugaz, talvez. Ou da procura de uma partilha nossa do outro, das dúvidas que nos pomos. Mas deveríamos importar-nos? Ou relegar para um segundo plano, aquele da ignorância que não advém da falta de conhecimentos mas da falta de interesse, do desprezo e da repugnância mal cantados, porque são (semi)escondidos dos que não querem ou não sabem ou não ousam ver. E onde chegamos nós? Se há inclusão, há exclusão. Deveremos perguntar-nos quem vamos incluir ou a pergunta pertinente será quem queremos excluir? E qual será a diferença entre uma e outra? Uma delas fará de nós melhores pessoas e a outra monstros disfarçados de pele humana? Ou criaturas tão baixas quanto as que desprezamos?

Se a chuva tudo lavasse, não havia necessidade de interrogações retóricas. Ou haveria?

Posted by Catarina. at 16:57:01 | Permalink | Comments (1) »

Wednesday, October 1, 2008

Dois dias, dois posts. Uhu!


[Continuamos o bom trabalho como vizinhas bisbilhoteiras.]

Não suportaria outra vez. Acho que seria o dia em que me tornaria tão indiferente e fria como por vezes sinto que estou  a ser. Seria incapaz de reagir, e só o pensamento é tão forte e triste que, até às indecentes e impróprias para sentir mais que não sono seis da manhã, traz lembranças de dias de chuva e olhos toldados. E permanece durante o dia, intrínseco no quotidiano e na rotina ainda não habituada e nas aulas em salas com paredes a descair.

O sol da manhã enublou-se e o céu tornou-se cinzento na tarde, e sou assolada por uma incontrolável vontade de ouvir Hallelujah. Fico feliz por não o teres feito, mais que triste por o teres pensado. Feliz, porque foste capaz de ultrapassar isso e de deixar (espero! ai de ti!) isso para trás. E de perceber (também espero) que, fosse como fosse, não seria assim tão simples e tão fácil, e que não resolverias nada com isso. Que seria tão ou mais difícil para ti que para mim, porque quem te compreenderia?

Mas já passou, não foi? E não tens mais de pedir desculpa. Nem de agradecer, porque não é verdade, e várias pessoas reagiriam como eu reagi. E nunca chegaste a dizer-me se eu tinha razão no meu palpite, mesmo tendo-me dito para não tentar adivinhar.

Posted by Catarina. at 18:59:15 | Permalink | No Comments »