Perder o lápis, revolver a cama à procura dele, puxar a cama gaveta para fora, ficar coberta de pó e ainda descobrir um peluche perdido quando o maldito lápis estava no bolso das calças— mesmo à eu.
Por vezes é no autocarro, o lugar-comum da mundaneidade, que se cortam as amarras ao mundano e se torna quase paralela a vivência. Descobrem-se novas barreiras mas num instante são quebradas e restam apenas os contornos difusos do que é semelhante a todos, ainda que não ao autocarro: o humano.