Jun
26
2009
i. Para ter calma.
ii. “Se tu o dizes.”
iii. “Como queiras.”
iv. “Whatever.”
v. E ainda hei-de arranjar outras.
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Jun
23
2009
O autocarro vai aos solavancos e o meu coração solavanca com ele.
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Jun
20
2009
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Jun
17
2009
estar sentada no chão, janela aberta mas estores fechados, resquícios do que eu queria que fosse vento a fingirem entrar no quarto, porta aberta para a solidão da casa, para o escuro da casa, para os comboios e para a pequena serra, a pensar que talvez metade das coisas que faço para te espantar não valem a pena, porque afinal quero estar sozinha, ou não quero, e estou-o forçosamente porque é inútil.
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Jun
15
2009
Tuturururu.
Pronto, Nini. Olha que coisa alegre.
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Jun
13
2009
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Jun
10
2009
Acho que tinha saudades dela.
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Jun
9
2009
buracos fundos e escuros onde me esconder.
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Jun
8
2009
E quando dizes “amo-te” é como se estivesse a chover.
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Jun
7
2009
Derramas-te pelas estradas da ruína
Sem esquecer a mácula que te tece o coração
Insalubre memória da amargura tua
Cai-te a glória, a palavra, a razão.
Derramas-te pelos trilhos da indulgência
Com eterna insensibilidade permanente
Concentrada abulia na tua frágil soberba
Canção mal cantada pela vida que te falta, ausente.
Derramas-te pelas ruas da apatia imberbe
Carregas contigo o silêncio e a solidão vigilante
Contrarias o que te crês ou que te crês ser
O nada enche-te as medidas, vazio transbordante.
E se eu me for ou todos os dias nunca acabarem,
nunca será amanhã.
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