Só quero dizer que sou leet
E PASSEI NO EXAME DE CONDUÇÃO!
E PASSEI NO EXAME DE CONDUÇÃO!
Por vezes parece que há um destino e que coisas existem que não foram feitas para ser. Talvez soubesse bem gritar, como fazem as personagens de filmes que rebentam, podia ser que me libertasse.
que me perguntem como estão outras pessoas. Eu chamo-me Catarina, não Maria ou António. Só posso responder por mim.
Parece que tudo está a descambar e já poucas coisas oferecem um abrigo.
Com chuva. (E outro pesadelo, mas esse fácil de suportar.)
Que alegria parva mas saborosa.
conforto controverso construído no interior das muralhas da paz, lugar de alma e doçura leves. Há o aperto tranquilo das palavras que são todas por dizer, que nem tudo deve ser dito com a agilidade com que o dia segue a noite. Se há então segredos que devemos manter, cantemo-los para nós na solidão intrínseca do escuro, ou apenas dos espaços vazios e manchados de todas as vezes que lhes toco. Se há aquilo que, em sacrifício que não o é, verdadeiramente, deve ser nosso em prol de outrem (e, porventura, nosso), então murmuremo-lo, voz suave de embalo perfeito, de lábios meus para ouvidos que me pertencem, sós, eu e eu, com as estrelas que da cidade não se vêem. Que angústia a dos segredos mal guardados, das lágrimas que têm de ser contidas rápida, célere, brevemente, antes que te pintem as faces das cores da tristeza. Se te aflora a dor a pele, então fica com ela para ti, vela-te em lençóis e memórias alegres. Resta tirar do armário os peluches, aquele toque de mundaneidade que roça o transcendente quando o apertas contra ti, resquício de presença alheia no quarto vazio para a vida. Na agitação nublada de todas as horas, é-te urgente o instante antes de adormecer em que, no escuro sem formas ou luzes que se agitam, reflexos do outro lado do espelho do mundo, te sufocas em pensamentos (e sal), quando tentas fugir depressa para o sono e estás verdadeiramente só.
A ouvir, Her Most Beautiful Smile.