Meu ódio.
Garras são facas são unhas minhas
São estrias sangrentas em ti
Gritos de guerra abraçando a morte
São estrias sangrentas em ti
Gritos de guerra abraçando a morte
Vertentes escarpadas são teu leito
Cama de espinhos sem rosas
Maculando e ornando de sabor metálico
Teu raquítico destroço de corpo
Oh, infame! Oh, ousado indigno!
Visitarás fontes de lágrimas envenenadas
Obrigar-te-ei a bebê-las, trago a trago
Acompanhadas de teu flagelado fel
Morrerás!, consumido em chamas
Labaredas que te lambem a pele
E te arrancam - música! -
Maldições que me rogas
E apaziguam meu ódio.